FODA COM O PEÃO DE OBRA

PARTE 2

Depois daquela sacanagem que ele fez, me largar ali e ainda falar aquilo, me levantei e fui me deitar. IRRITADO. No dia seguinte teria que ir trabalhar.

Logo pela manhã acordei com o pessoal fazendo aquele barulho de sempre, comi e fui pra obra. Cheguei lá procurei pelo engenheiro que me explicou o que  iria fazer, me levou até o encarregado do setor que eu iria ficar. Chegando lá, QUEM ERA? O peão da noite anterior, que descobri ser encarregado e se chamar Jonas. Putz, fiquei sem reação, ele me olhou e disse pro engenheiro que já tinha me conhecido na noite anterior, com aquela cara de macho sacana. Fiquei roxo. O engenheiro saio e deixou a gente sozinho ali. Ele chegou perto de mim e falou " Vamos lá magrelo, quero ver se tu trabalha tão bem quanto da o cu" Minha vontade era de falar um monte pra ele, mas tinha mais gente ali. Então fomos pro setor que iria ficar, me mostrou o que fazer e foi falar com o restante do pessoal. Fiquei fazendo alguns ajustes nos banheiros do mercado, tinham vários boxes que precisavam de montagem de louças. Fiquei ali sozinho, trabalhando por um tempo.  Logo ele voltou, chegando por traz  me enconchando. Me encostou em um canto, segurou minha cabeça contra a parede baixou suas calças, e as minhas E socou aquele caralho grosso no meu cu de novo, sem dó. Porra como doía, meteu rápido gozo e saiu. Mais uma vez me fez de besta. Mas isso só aumentou minha raiva. E meu tesão, claro. Depois disso ele sumiu, fiquei ali só pensando o que iria fazer pra dar o troco, ele estava pensando o que? Que era chegar meter e sair? Não vi mais ele até a hora do almoço, quando fomos todos para o refeitório. Cheguei comi com o pessoal e ele veio tirar sarro de mim na frente dos outros, "Será que o magrelinho aguenta até o fim da obra?" Ai viro aquela gozação, fiquei verde. Esse cara ia se ver comigo.

Passado o almoço vi ele chamando o pessoal pra ir pra outra obra. Uma parte já tinha ido embora, erá sábado poucos ficavam trabalhando. Ele veio até mim, e disse que era pra ficar ali e terminar, que a tarde  voltava pra ver como ficou. Pensei é agora, vou ficar sozinho, preciso dar um jeito de dar o troco nesse cara. Peguei 2 cadeiras, e deixei ali perto, fui ate um bar e comprei cervejas já com segundas intenções. Sabia que ele bebia pouco, e se ele tomasse amais ficaria fácil domar aquele bruta montes.

Já era quase fim do dia, ele chegou olhou falo que até que tava bom meu trabalho, mesmo eu sendo magrinho, dava conta do recado. Dei risada (aquele de raiva), falei pra ele " Pô Jonas, vamos tomar uma? Já encerramos o expediente mesmo. Senta ai" Ele falou que não, que tava cansado e que se bebesse não ia dar conta de ir pra casa. Falei que isso era desculpa, que ele não era macho mesmo, não aguentava nada, muito mole, só tinha jeito de homem... PRONTO, deu certo. Insulte a masculinidade de um cara que se faz de machão, que ele não registe, tem que provar pra ele mesmo que é macho.

Se sentou, começamos a beber e conversar. Eu não podia beber muito, então só ia enchendo o copo dele. Perguntei coisas da vida dele. ele da minha. Um assunto super tranquilo, sem tocar em nada do que aconteceu. Ele disse que precisava ir, não estava aguentando, que mais uma lata ia derrubar ele. Disse pra deixar de ser mole pra tomarmos a saideira e ir pra casa. Ele topo. Bebemos mais um pouco e vi que ele estava ficando meio mole. Comecei a passar a mão na perna dele, ele olho bem pra minha cara e falo " Sei bem o que você ta querendo viadinho, quer me dar né? Gostou do meu pau? " Falei na hora pra ele " Agora quem vai fude sou eu, quero é meter em você, comer essa bunda gostosa que você tem " Ele deu risada e disse que isso não ia acontecer, nunca dava cu. Levantou da cadeira e saiu rumo a porta, estava tão zonzo que tropeçou e caiu de quatro no chão, e não conseguia se levantar. Levantei e fui até ele,  fiquei de frente pra ele tentando o ajudar a levantar, disse que não precisava de ajuda. Me irritei catei a cabeça dele e esfreguei na minha mala falando pra ele " To cansando de você se fazendo de macho, sei que você quer é pau no cu" Ele deu risada e de joelhos pra mim falou " Tem que ser muito homem pra meter no meu cu" Sabe aquele historia de não mexer com o ego masculino? Então. Fui por trás dele, peguei seus braços o prendi nas costa derrubando ele no chão e deixando aquela bunda toda pra cima. Imobilizei ele e baixei as calças, a minha e a dele, enfiei meu dedo no seu cu. Ele começou a gemer, e pedir pra não fazer isso que eu ia me arrepender. Meu tesão estava a mil, meu pau lotejando pra enfiar no cu dele. ENFIEI,  de uma vez. Ele gemeu, se contorceu, mas não adiantava era meu. Fodi ele com vontade, igual ou até melhor de como ele fez comigo. Metia sem dó, meti, que rabo gostoso, que macho gostoso, ali pra mim. Fodi ele um bom tempo, até ele começar a ficar a vontade, percebi que ele estava gostando fui o soltando. Ele foi empinando a bunda e pedindo rola, ai que meu tesão foi a mil. O coloquei  de  quatro ali no chão, e metia segurando ele pelos ombros. Ele começou a se masturbar, me xingava de filho da puta, que eu ia se arrepender daquilo.  Eu já estava pirando de tesão. Ia gozar, quando ele começou a gemer. Também estava gozando. Ele gozou muito mais gostoso que da outra vez. GOZAMOS JUNTOS . Ual !!!  Que sensação louca.

Ele se jogou no chão, e eu do lado dele, os dois largados ali. Olhou  pra mim e disse que era tudo o que ele estava precisando, dar o cu bem gostoso. Fiquei sem entender nada. Ele deu risada e me disse " Você realmente acha que  eu estava tão bêbado assim? To ótimo e pronto pra outra"  Dei risada  e falei pra ele " Tu é um belo de um filho da puta" Ele deu risada nos levantamos ( ele super bem sem efeito nenhum do álcool) e fomos pra casa dormir.

Depois desse dia fodiamos direto, ele chegava e metia em mim do nada. E sempre que eu via ele de costas pra mim chegava e fodia ele.

Ficamos assim durante todo o período que passei por la. Uma foda melhor que a outra, uma hora no banheiro, outra na cozinha, outra a noite na obra sem ninguém, ou com a obra cheia de gente.

Até hoje mantemos contato, mas ele esta muito longe, mora em Manaus. Quem sabe um dia nos encontramos e repetimos nossas loucuras.

 FODA COM O PEÃO DE OBRA PARTE 1

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