DOUG E O ELETRICISTA 

Uma noite dessas estava precisando conversar e fui na casa de uma amiga. Chamei e quem apareceu foi o eletricista que estava instalando um ar-condicionado. Perguntei por ela e fui informado que ela tinha ido levar seu filho ao médico, mas que em umas duas horas ela estaria de volta. Liguei pra ela e perguntei se poderia esperar, já que morávamos bem longe e não queria perder viagem. Ela autorizou e fui pra sala. Ele instalava o aparelho em um dos quartos, que ficava próximo. Não tinha reparado como ele era um tesão. Usava uma calça de moletom cinza, uma camiseta azul do uniforme e botas. Tinha um corpo normal, não parecia malhar, mas tinha uma bunda gostosa demais, além da marca na frente da calça.

Puxei conversa sobre o trabalho dele e a possibilidade de fazer um trampo em casa. Me passou o cartão e fiquei de ligar. Como eu sou bem íntimo na casa, passei um café e ofereci. Acendi um cigarro e ele se sentiu a vontade pra fumar, dizendo que estava com muita vontade também. Lá no quintal, deu aquela pegada na rola que causa até palpitação e disse que não via a hora de terminar pra ir pra casa. Disse a ele que, se facilitasse a vida, poderia tomar uma ducha lá, que minha amiga não se importaria. Ficou pensativo, mas decidiu aceitar porque teria que sair com a noiva, pra comemorar três anos de noivado e que, assim, ganharia tempo.

Fiquei tão excitado com a ideia que não teve jeito, meu pau subiu na hora e ele percebeu, tanto que deu uma risada de canto de boca.

Terminando o trabalho ele perguntou qual banheiro poderia usar e eu indiquei. Pedi pra deixar a porta destrancada que logo levaria a toalha, prontamente me respondeu que a porta estaria toda aberta, pois se o celular tocasse, queria ouvir pra atender.

 

Fiquei trêmulo com aquela situação. Um macho tesão peladinho perto de mim! Fui levar a toalha e o filho da puta já estava no banho, nú e de costas, mostrando aquela bunda que tanto fiquei olhando, admirando. Chamei na porta e ele se virou: Puta que pariu!!! Que rola maravilhosa daquele homem! Estava duraça, estalando! Não resisti e elogiei aquele monumento. Ele sorriu bem sacana e falou que poderia tocar, se eu quisesse. Que já fazia quatro dias que não gozava. Convite feito e aceito. Tirei minha roupa e entrei naquele banheiro. Me abaixei e coloquei aquela rola toda na boca, até me engasgar. Que cheiro gostoso. Aquele gosto de virilha suada de macho trabalhador. Mamei muito e pedi pra que se virasse. Ele exitou um pouco mas logo se virou. Meti a língua naquele cu até ouvir aquele macho gemendo e rebolando a bunda na minha boca. De repente ele me colocou em pé, passou a mão ensopada de sabonete no meu rabo e cravou toda a pica, sem dó, sem piedade e sem me largar. Não conseguia nem respirar, de tanta força que ele usou. Fiquei sem ar, com sensação de desmaio. Ficou tudo escuro, mas o meu pau latejava. Fui ficando mais relaxado e ele enfincando aquela jeba como se fode uma buceta. Ele usava ainda mais força pra penetrar mais fundo e eu tentava fugir, mas não tinha como. Ele me travou nos braços. Mano, ele socou umas cinco vezes bem fundo e eu, sem nem conseguir abrir os olhos, gozei como se nunca tivesse gozado na vida. Sim! Gozei sem nem lembrar do meu pau. Aquela pressão que o cú faz ao gozar pressionou demais o pau dele, que não aguentou e me encheu de gala também. Mas foi muita porra dentro de mim. Ele jorrava e eu sentia cada jato dentro de mim. Agachei e coloquei toda aquela gala pra fora e disse: agora você vai me comer de novo. O pau do danado nem tinha sentido o gozo, estava mais duro ainda. Fiquei de quatro no chão e o danado, veio por cima e cravou aquela vara maravilhosa em mim. Bombou muito gostoso, me chamava de putinha e dizia que queria me comer mais vezes, na minha casa, quando o chamasse pro trampo que tinha pra fazer. Ele bombava forte e sem parar, me deixando com as pernas ainda mais mole. Quando percebi que ia gozar, me abaixei e pedi pra gozar na minha boca. Urrando feito um urso ele encheu minha boca. Bebi cada gotinha! Uma porra grossa, quente e doce. Por mim, beberia só aquilo pelo resto da vida. Engoli tudo e limpei a cabecinha com a língua. Em seguida ele se ajoelhou e me pediu pra gozar no peito dele. Torcendo meus mamilos e com a boca aberta, gozei de novo.

Tomamos uma ducha, nos trocamos e o acompanhei até o portão. Fica para o próximo relato, mas ele já foi em casa realizar o trampo. Posso garantir que foi ainda melhor.

 

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