METENDO FORTE NO LOIRÃO - TAPAS, CUSPIDAS E CHUTES​

Assim que o vi em frente a sua casa me esperando, meu pau já subiu na hora, ele mexe com meu lado mais primitivo, e mais dominador... 

 

Entramos,  e mal fechamos a porta, já o peguei pelo pescoço o trazendo até minha boca, arrancando um beijo. Aproveitei minha mão em seu pescoço e o empurrei de joelhos ao chão, tirei meu pau da calça  fazendo-o engolir cada centímetro, socava forte no fundo da sua  garganta. Segurava sua cabeça contra meu pau, o asfixiando  até dar ânsia e ver seus olhos lacrimejando. Ah, mas como isso me deixava louco. Fui tirando minha roupa jogando do lado, arranquei sua camiseta, e voltei a forçá-lo contra meu pau só para ver as lágrimas escorrendo por aqueles olhos claros, que já estavam ficando vermelhos de tanto se engasgar. Tirei ele dali, jogando sobre o colchão que estava no chão, o deixando  com a bunda empinada pra mim, tirei sua bermuda e ai sim vi o que eu estava procurando, aquele cuzão branquinho, rosinha, ali, todo pra mim, pedindo pau. Nem falei nada só coloquei a camisinha, cuspi, e soquei sem dó. Ele gritou, gemeu, mas não pediu pra parar, sabia que se fizesse isso iria ser pior. Fique socando nele, enquanto dava tapas naquele rabo, começando a deixar ele bem marcado, vermelho. Mas  foi aí que ele fez o que não deveria, pediu pra parar. Tirei meu pau do seu cu, o virei de frente pra mim, segurei bem forte seu rosto, olhei em seus olhos e disse:

 

- Já esqueceu  da surra que levou da última vez que eu estive aqui? Você sabe que não gosto de ser contrariado. 

 

Falei isso, me afastei, o jogando sobre a cama e ordenei que viesse até mim de joelhos, se arrastando até meus pés, cuspi neles, e mandei limpar dedo por dedo, sem reclamar. Obediente segurou meus pés e lambeu com cuidado, chupando um por um. Mas ainda não estava bom, mandei ele se ajoelhar e olhar para mim, no mesmo momento que ele fez isso, enchi seu rosto com um tapa, o fazendo cair de lado. Caído ali no chão dei fortes chutes naquele rabo, logo na sequencia fui sobre ele e votei a meter meu pau. Ele não reclamava, aguentava calado, sabia que iria ser pior se falasse algo. Ele gostava, e não é que ele me provocou mais uma vez? Me dizendo:

 

- Estou achando você muito fraco, está cansado? Quer parar? 

 

O filho da puta realmente estava fim de sofrer. O ergui do chão coloquei sobre uma poltrona com suas pernas em meus ombros... bem suave coloquei meu pau dentro do seu cu, me aproximei da sua boca e disse a ele:

 

- Estou cansado sim, cansado de  viados como você que não sabe respeitar o macho que está aqui fodendo esse cu. 

 

Nisso com minhas mãos em sua garganta ia apertando, enquanto socava bem lentamente dentro do seu rabo. Ele estava ficando vermelho e totalmente sem ar, soltei as  mãos dei um beijo nele e com meu pau dentro do seu cu disse: 

 

- Hoje quero te dar carinho!

 

E voltei a enforcá-lo . Mesmo sem ar, sorria e me olhava no fundo dos olhos... seu pau estava estourando, babava ... o puto gostava.

 

O tirei dali, me deitei de perna pra cima no chão e disse:

 

- Vem cá, me fode, mas bem devagar. 

 

E veio aquele loirão gostoso sobre mim, encaixando seu pau bem devagar no meu cu, colocando em um vai e vem bem lento, até que ele socou com força, senti dor. Na hora recebeu um tapa na cara, o tirei de dentro de mim, o joguei no chão e disse:

 

- Você realmente gosta de sofrer, abre esse cu pra mim. Chega de brincadeira. 

 

O coloquei de quatro, enfiei meu pau dentro do seu cu, em seguida fui colocando meus dedos, um, dois, três, quatro... no quinto ele implorava pra eu parar...

 

- Parar? Não vou parar, agora aguenta.

 

Ele gemia, gritava, implorava. Sai de trás dele e voltei a colocar suas pernas em meu ombro, enfiei meu pau no seu cu e soquei. Metia e dava tapas em sua cara,  ele sorria, como se nada tivesse acontecendo. peguei em seus mamilos com as unhas, apertei forte, espremi com as unhas deixando marcas vermelhas, ele gritou de prazer, disse que ia gozar. Parei na hora, me levantei e fiquei de pé em sua frente:

 

- Não, hoje você não vai gozar comigo... eu vou gozar em você!.

 

Comecei a bater uma punheta sobre ele jogado  ali aos meus pés até gozar e cobri-lo de porra. 

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